As causas são desestímulo sexual e aumento da ansiedade, problemas nos vasos sanguíneos, problemas nos nervos que envolvem a ereção, algumas doenças e uso de certos medicamentos. Veremos com detalhes cada uma das causas relacionadas à perda de ereção.
Perder a ereção no meio do ato sexual é uma situação muito embaraçosa para os homens, mas a verdade é que é algo bastante comum.
Ficar mole durante o sexo apaga qualquer clima. Além de prejudicar os planos de prazer para ambas as partes.
Mas por que será que isso acontece? Existem algumas causas que são mais comuns e também algumas opções de tratamento para ajudar na recuperação da rigidez necessária para a penetração. Continue lendo…
É normal perder a ereção durante o sexo?
Sim, perder a ereção durante a relação pode acontecer ocasionalmente e nem sempre significa um problema grave. Estresse, cansaço, ansiedade de desempenho, excesso de álcool, preocupação com a performance ou perda momentânea de estímulo podem fazer o pênis ficar mole durante o sexo.
No entanto, quando a perda de ereção se repete, acontece em quase todas as relações ou começa a afetar a autoestima, a confiança e a vida íntima, é importante investigar. A dificuldade de manter uma ereção pode estar relacionada à circulação sanguínea, hormônios, medicamentos, diabetes, hipertensão, colesterol alto, ansiedade, depressão ou outras condições de saúde.
A boa notícia é que existem caminhos para entender a causa e buscar uma solução. O primeiro passo é observar a frequência do problema, cuidar da saúde geral e procurar orientação profissional quando a situação se torna recorrente.
O que é disfunção erétil?
A disfunção erétil é a dificuldade persistente de obter ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória. Ela pode acontecer de forma ocasional ou frequente, com intensidade variável.
É importante diferenciar um episódio isolado de uma condição recorrente.
| Situação | Como interpretar |
| Aconteceu uma vez | Pode estar ligado a cansaço, estresse, álcool ou ansiedade |
| Acontece de vez em quando | Vale observar gatilhos e frequência |
| Acontece com frequência | Pode indicar disfunção erétil e merece avaliação |
| Acontece em quase todas as relações | É importante procurar orientação profissional |
| Acontece junto com queda de libido | Pode envolver hormônios, saúde emocional ou medicamentos |
| Acontece com ausência de ereções matinais | Pode indicar componente físico ou vascular |
A disfunção erétil não deve ser vista como fracasso pessoal. Ela é uma condição de saúde comum e pode ter causas físicas, emocionais ou uma combinação das duas.
Como uma ereção acontece?
Para entender por que o pênis fica mole durante a relação, primeiro é preciso entender como uma ereção acontece.
A ereção depende da integração entre:
- cérebro;
- estímulo sexual;
- emoções;
- hormônios;
- nervos;
- vasos sanguíneos;
- musculatura local;
- fluxo de sangue;
- saúde cardiovascular.
Quando há estímulo sexual, o cérebro envia sinais ao sistema nervoso. Esses sinais favorecem o relaxamento dos vasos sanguíneos e permitem maior entrada de sangue no pênis. Ao mesmo tempo, o organismo reduz a saída desse sangue, mantendo a rigidez.
Quando alguma parte desse processo falha, a ereção pode ficar fraca ou se perder durante a relação.
Isso significa que a causa pode estar no emocional, na circulação, nos nervos, nos hormônios ou até no uso de determinados medicamentos.
Por que o pênis fica mole durante a relação?
A perda de ereção pode ter várias causas. Em muitos casos, mais de um fator está envolvido.
Abaixo estão as principais razões.
1. Ansiedade de desempenho sexual
A ansiedade de desempenho é uma das causas mais comuns de perder a ereção durante a relação, especialmente quando o homem começa a se preocupar demais com sua performance.
Pensamentos como “será que vai acontecer de novo?”, “preciso manter a ereção” ou “não posso falhar” podem aumentar a tensão e atrapalhar o processo natural da excitação.
A ereção depende de relaxamento, confiança e resposta corporal. Quando o cérebro entra em estado de alerta, o corpo pode interpretar a situação como pressão, não como prazer. Isso dificulta a manutenção da ereção.
Sinais de ansiedade de desempenho incluem:
- perder ereção apenas em algumas situações;
- manter ereções matinais ou espontâneas;
- ter ereção em momentos sozinho, mas dificuldade com parceria;
- sentir medo de falhar novamente;
- ficar monitorando a própria ereção durante a relação;
- evitar intimidade por receio de passar pela situação.
Nesses casos, o problema não está necessariamente no corpo, mas no ciclo de ansiedade que se forma em torno da experiência.
2. Estresse, cansaço e excesso de preocupação
O corpo precisa de energia física e mental para responder ao estímulo sexual. Quando há excesso de estresse, sono ruim, pressão no trabalho, preocupações financeiras ou cansaço intenso, a resposta sexual pode ser afetada.
Isso acontece porque o organismo prioriza o estado de alerta. O sistema nervoso fica mais ativado, a tensão aumenta e a ereção pode não se sustentar.
Fatores que podem influenciar:
- noites mal dormidas;
- rotina de trabalho intensa;
- preocupação constante;
- burnout;
- ansiedade;
- irritabilidade;
- falta de descanso;
- excesso de telas;
- consumo elevado de estimulantes.
Nesses casos, melhorar sono, reduzir estresse e cuidar da saúde emocional pode ter impacto direto na qualidade da ereção.
3. Problemas de circulação sanguínea
A ereção depende de bom fluxo de sangue. Por isso, problemas circulatórios estão entre as principais causas físicas de disfunção erétil.
Se os vasos sanguíneos não conseguem levar sangue suficiente para o pênis, ou se existe dificuldade em manter esse sangue na região durante a excitação, a ereção pode ficar fraca ou se perder.
Condições que podem afetar a circulação incluem:
- hipertensão;
- colesterol alto;
- aterosclerose;
- diabetes;
- obesidade;
- sedentarismo;
- tabagismo;
- doenças cardiovasculares.
Em alguns casos, a dificuldade de ereção pode ser um sinal inicial de que a saúde vascular precisa de atenção. Por isso, quando o problema é frequente, a avaliação não deve olhar apenas para a vida sexual, mas também para o coração, vasos sanguíneos e metabolismo.
4. Diabetes, hipertensão e colesterol alto
Diabetes, hipertensão e colesterol alto aumentam o risco de disfunção erétil porque afetam vasos sanguíneos e nervos.
No diabetes, por exemplo, alterações na glicemia podem prejudicar a circulação e a função nervosa. Na hipertensão e no colesterol alto, os vasos podem perder elasticidade e dificultar o fluxo adequado de sangue.
Essas condições nem sempre causam sintomas claros no início. Por isso, a perda de ereção recorrente pode ser um alerta para investigar a saúde metabólica.
Vale avaliar com profissional:
- glicemia;
- hemoglobina glicada;
- colesterol total e frações;
- triglicerídeos;
- pressão arterial;
- função renal;
- saúde cardiovascular;
- peso e circunferência abdominal.
Cuidar desses fatores melhora não apenas a ereção, mas a saúde geral.
5. Baixa testosterona e queda de libido
A testosterona está relacionada ao desejo sexual, energia, disposição, massa muscular e bem-estar masculino. Quando os níveis estão baixos, pode haver queda de libido, cansaço, desânimo e piora da resposta sexual.
No entanto, nem todo problema de ereção é causado por baixa testosterona. Muitos homens com testosterona normal podem ter disfunção erétil por ansiedade, circulação, medicamentos ou outras causas.
Sinais que podem sugerir necessidade de avaliação hormonal:
- queda importante do desejo sexual;
- cansaço persistente;
- perda de massa muscular;
- aumento de gordura abdominal;
- piora do humor;
- redução de ereções espontâneas;
- baixa disposição;
- dificuldade de recuperação física.
A avaliação hormonal deve ser feita com exames e orientação profissional. Não é recomendado usar hormônios ou moduladores por conta própria.
6. Uso de alguns medicamentos
Alguns medicamentos podem interferir na ereção porque afetam o cérebro, os hormônios, os vasos sanguíneos ou o sistema nervoso.
Entre os medicamentos que podem estar relacionados a alterações sexuais em alguns homens, estão:
- alguns antidepressivos;
- alguns ansiolíticos;
- medicamentos para pressão arterial;
- diuréticos;
- antiandrógenos;
- medicamentos para próstata;
- alguns remédios neurológicos;
- alguns tratamentos hormonais;
- alguns medicamentos de uso contínuo.
Um ponto essencial: nunca interrompa um medicamento por conta própria. Se você começou a ter perda de ereção após iniciar um remédio, converse com o médico. Em alguns casos, é possível ajustar dose, trocar a classe do medicamento ou tratar o efeito colateral sem colocar sua saúde em risco.
7. Álcool, tabaco e hábitos de vida
O consumo excessivo de álcool pode dificultar a ereção, principalmente quando ocorre antes da relação. Embora muitas pessoas associem álcool a relaxamento, ele pode reduzir a resposta do sistema nervoso e prejudicar a função erétil.
O tabagismo também é um fator importante, porque afeta a circulação e a saúde dos vasos sanguíneos. Como a ereção depende de fluxo sanguíneo adequado, fumar pode aumentar o risco de dificuldade erétil.
Hábitos que podem piorar a ereção:
- fumar;
- beber em excesso;
- sedentarismo;
- alimentação rica em ultraprocessados;
- sono ruim;
- excesso de peso;
- estresse crônico;
- uso de substâncias sem orientação;
- falta de acompanhamento de doenças crônicas.
Mudanças de estilo de vida costumam ser uma das bases mais importantes para melhorar a função sexual.
8. Problemas neurológicos ou cirurgias na região pélvica
A ereção também depende dos nervos. Por isso, doenças neurológicas, lesões ou cirurgias que envolvem a região pélvica podem afetar a resposta erétil.
Isso pode acontecer em situações como:
- cirurgia de próstata;
- cirurgias pélvicas;
- traumas na região;
- lesões na medula;
- esclerose múltipla;
- Parkinson;
- neuropatias;
- complicações do diabetes.
Nesses casos, o acompanhamento médico é essencial. O tratamento pode exigir abordagem especializada e nem sempre a solução será a mesma usada para causas emocionais ou vasculares leves.
9. Problemas no relacionamento e falta de conexão
A vida sexual não depende apenas do corpo. O relacionamento, a comunicação, a intimidade e a segurança emocional também influenciam.
Conflitos, cobranças, medo de rejeição, falta de diálogo ou distanciamento emocional podem afetar a excitação e dificultar a manutenção da ereção.
Isso não significa que a culpa seja da parceria ou do homem. Significa apenas que a sexualidade é influenciada por fatores emocionais e relacionais.
Quando existe tensão no relacionamento, conversar com respeito e buscar ajuda especializada pode ser tão importante quanto investigar causas físicas.
Causa emocional ou causa física: como diferenciar?
Nem sempre é fácil separar causa emocional de causa física, mas alguns sinais ajudam.
| Sinal observado | Pode sugerir mais fator emocional | Pode sugerir mais fator físico |
| Acontece só em algumas situações | Sim | Menos provável |
| Acontece com uma parceria, mas não em outras situações | Sim | Menos provável |
| Ereções matinais estão preservadas | Sim | Menos provável |
| Há ansiedade antes da relação | Sim | Pode coexistir |
| Acontece em quase todas as relações | Pode acontecer | Sim |
| Não há ereções matinais | Menos provável | Sim |
| Há diabetes, hipertensão ou colesterol alto | Pode coexistir | Sim |
| Começou após novo medicamento | Pode coexistir | Sim |
| Há queda importante de libido | Pode coexistir | Pode envolver hormônios |
| Há dor, curvatura ou alteração anatômica | Menos provável | Sim |
Mesmo quando a causa começa física, a ansiedade pode aparecer depois. E mesmo quando a causa começa emocional, o corpo pode responder de forma real. Por isso, a melhor abordagem é investigar sem culpa.

Quando se preocupar com a perda de ereção?
Um episódio isolado geralmente não é motivo para pânico. Mas alguns sinais merecem atenção.
Procure avaliação profissional se:
- a perda de ereção acontece com frequência;
- o problema persiste por semanas ou meses;
- há ausência de ereções matinais;
- existe queda importante de libido;
- há dor, curvatura ou alteração no pênis;
- você tem diabetes, hipertensão ou doença cardiovascular;
- começou após o uso de medicamento;
- há sintomas de ansiedade intensa ou depressão;
- a situação está afetando o relacionamento;
- você está evitando relações por medo de falhar.
Nesses casos, o ideal é procurar um urologista, clínico, endocrinologista ou profissional de saúde sexual.
Consequências
Em casos mais graves de falta de ereção, a penetração pode ser impedida completamente, gerando frustração no homem, além de afetar a autoestima e a confiança.
Ademais, a parceria pode sentir que o problema é com ela ou que não há mais desejo sexual, prejudicando o relacionamento.
Por fim, a falta de ereção pode levar a desconfianças em relação a relacionamentos extraconjugais.
É importante buscar ajuda profissional em caso de dificuldades persistentes de ereção para identificar e tratar o problema.
O que fazer se o pênis ficar mole na hora H?
O primeiro passo é não transformar o episódio em uma sentença. Quanto mais pressão você coloca sobre o momento, maior pode ser a chance de acontecer novamente.
Veja atitudes úteis:
1. Não entre em pânico
Respire, reduza a cobrança e lembre-se de que isso pode acontecer. A tensão piora o ciclo de ansiedade.
2. Não tente provar nada
Forçar a situação pode aumentar frustração. É melhor reduzir a pressão e retomar a intimidade com calma.
3. Observe a frequência
Aconteceu uma vez? Pode ser pontual. Está acontecendo sempre? É hora de investigar.
4. Cuide do sono
Dormir mal afeta energia, hormônios, humor e resposta sexual.
5. Reduza álcool e tabaco
Esses fatores podem prejudicar circulação e resposta erétil.
6. Pratique atividade física
Exercício melhora circulação, saúde cardiovascular, disposição e autoestima.
7. Converse com a parceria
Evitar o assunto pode aumentar a ansiedade. Uma conversa tranquila ajuda a reduzir pressão.
8. Procure ajuda se for recorrente
Disfunção erétil tem tratamento. O pior caminho é ignorar o problema por vergonha.
Como evitar que o pênis fique mole durante a relação?
Não existe uma única solução para todos, mas algumas medidas ajudam a reduzir o risco de perda de ereção.
| Estratégia | Por que ajuda |
| Dormir melhor | Melhora energia, hormônios e resposta sexual |
| Fazer exercícios | Apoia circulação e saúde cardiovascular |
| Reduzir álcool | Evita queda de resposta erétil |
| Parar de fumar | Melhora saúde vascular |
| Controlar diabetes e pressão | Protege vasos e nervos |
| Cuidar do colesterol | Favorece circulação |
| Reduzir ansiedade | Diminui pressão de desempenho |
| Avaliar medicamentos | Identifica possíveis efeitos colaterais |
| Investigar hormônios | Ajuda quando há queda de libido |
| Procurar urologista | Define causa e tratamento adequado |
Quais tratamentos existem para disfunção erétil?
O tratamento depende da causa. Por isso, o diagnóstico é tão importante.
Abaixo estão as principais frentes.
1. Mudanças no estilo de vida
Para muitos homens, melhorar hábitos já ajuda bastante, especialmente quando a causa envolve circulação, sedentarismo, sobrepeso, sono ruim ou estresse.
Medidas importantes:
- atividade física regular;
- alimentação equilibrada;
- controle do peso;
- redução do álcool;
- parar de fumar;
- controle de pressão, glicemia e colesterol;
- sono de qualidade;
- redução do estresse.
Essas mudanças não são apenas “dicas gerais”. Elas atuam diretamente nos fatores que sustentam uma boa função erétil.
2. Apoio psicológico ou terapia sexual
Quando há ansiedade de desempenho, medo de falhar, insegurança, baixa autoestima ou conflitos no relacionamento, a terapia pode ser muito útil.
A terapia ajuda a:
- reduzir pressão sobre o desempenho;
- lidar com ansiedade;
- melhorar comunicação;
- quebrar o ciclo medo-falha-medo;
- entender gatilhos emocionais;
- trabalhar autoestima e confiança.
Em muitos casos, combinar cuidado emocional com investigação física traz melhores resultados.
3. Avaliação hormonal
Quando há queda de libido, cansaço persistente, redução de energia ou sinais compatíveis com alteração hormonal, pode ser necessário avaliar testosterona e outros marcadores.
Exames podem incluir:
- testosterona total;
- testosterona livre;
- SHBG;
- LH e FSH;
- prolactina;
- TSH e T4 livre;
- glicemia e hemoglobina glicada;
- perfil lipídico.
A reposição ou modulação hormonal nunca deve ser feita sem acompanhamento profissional.
4. Suplementos para circulação e óxido nítrico
O óxido nítrico participa da vasodilatação, processo importante para o fluxo sanguíneo. Por isso, suplementos que apoiam a produção natural de óxido nítrico podem ser considerados em estratégias de saúde sexual masculina, especialmente quando o objetivo é suporte circulatório.
Ativos relacionados a essa rota podem incluir:
- L-arginina;
- L-citrulina;
- nitratos vegetais;
- antioxidantes;
- compostos voltados à saúde vascular.
Esses suplementos devem ser usados com cuidado, principalmente por pessoas com pressão alta, pressão baixa, doença cardíaca, uso de medicamentos vasodilatadores ou remédios para disfunção erétil.
O ideal é buscar orientação antes de combinar suplementos e medicamentos.
5. Medicamentos para disfunção erétil
Medicamentos como tadalafila, sildenafila e outros inibidores da PDE-5 podem ser usados em alguns casos de disfunção erétil. Eles atuam favorecendo o mecanismo vascular da ereção, mas não devem ser usados por conta própria.
Esses medicamentos exigem cuidado em pessoas que:
- usam nitratos;
- têm doença cardíaca;
- usam medicamentos para pressão;
- têm pressão muito baixa;
- têm histórico de eventos cardiovasculares;
- usam múltiplos medicamentos;
- têm contraindicações médicas.
A escolha da dose, frequência e forma de uso deve ser feita com orientação profissional.
6. Fórmulas manipuladas e orientação farmacêutica
As fórmulas manipuladas podem ser úteis quando há necessidade de personalizar dose, associação de ativos ou forma farmacêutica. Isso pode incluir suporte circulatório, saúde hormonal, libido, energia, sono e bem-estar masculino.
A vantagem da manipulação está na personalização, mas isso exige responsabilidade. Fórmulas para saúde sexual devem considerar idade, histórico de saúde, medicamentos em uso, pressão arterial, doenças cardiovasculares e objetivo do tratamento.
Antes de escolher qualquer fórmula, o ideal é conversar com um farmacêutico ou profissional de saúde.
Quais são os tratamentos para deixar o pênis duro durante o sexo?
Tudo tem solução nessa vida. Primeiro você deve analisar se a disfunção erétil tem causas mais psicológicas ou orgânicas. Um bom diagnóstico é o começo de tudo.
Disfunção erétil com causas psicológicas
Nós vimos que situações de aumento de estresse, cobrança por desempenho e ansiedade, depressão e falta de intimidade com a parceira(o) podem desencadear episódios de disfunção erétil e são causas relacionadas aos aspectos psicológicos.
Buscar terapias comportamentais com psicólogos (ou algo que você possa se sentir melhor) é o melhor caminho para encontrar maneiras de lidar com esse momento que está passando.
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Disfunção erétil com aspectos orgânicos
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O que não fazer quando a ereção falha?
Algumas atitudes podem piorar a situação.
Evite:
- usar medicamento sem orientação;
- misturar remédios para ereção com álcool;
- aumentar doses por conta própria;
- comprar produtos de origem duvidosa;
- interromper medicamento prescrito sem falar com médico;
- esconder sintomas persistentes;
- culpar a parceria;
- transformar um episódio em fracasso pessoal;
- ignorar sinais de diabetes, pressão alta ou doença cardiovascular.
Disfunção erétil é uma questão de saúde, não de vergonha.
Mitos e verdades sobre perder a ereção durante a relação
Perder a ereção uma vez significa disfunção erétil
Mito. Episódios isolados podem acontecer por cansaço, estresse, ansiedade ou álcool.
Ansiedade pode fazer o pênis ficar mole
Verdade. Ansiedade de desempenho pode atrapalhar a resposta erétil e criar um ciclo de medo de falhar.
Disfunção erétil pode ser sinal de problema cardiovascular
Verdade. Como a ereção depende de fluxo sanguíneo, problemas vasculares podem afetar a função erétil.
Todo problema de ereção é baixa testosterona
Mito. Testosterona baixa pode influenciar libido e função sexual, mas disfunção erétil também pode ter causas emocionais, vasculares, neurológicas e medicamentosas.
Remédio para ereção pode ser usado por qualquer homem
Mito. Medicamentos para disfunção erétil têm contraindicações e devem ser usados com orientação.
Mudanças de estilo de vida ajudam
Verdade. Exercício, sono, alimentação, controle do peso, redução do álcool e abandono do tabagismo podem melhorar a saúde sexual e cardiovascular.
Dúvidas frequentes sobre pênis mole durante a relação
É normal perder a ereção durante a relação sexual?
Uma perda ocasional da ereção pode acontecer e não significa necessariamente que exista uma doença. Ansiedade, distração, cansaço, consumo de álcool e redução momentânea do estímulo podem interferir. Quando o problema se repete, entretanto, é recomendável investigar a causa.
Ansiedade pode fazer o pênis ficar mole durante o sexo?
Sim. Ansiedade de desempenho, preocupação em manter a ereção e medo de falhar podem interferir no estímulo sexual e dificultar a manutenção da ereção. Quando esse padrão é frequente, avaliação profissional pode ajudar a diferenciar fatores emocionais de causas físicas.
Por que tenho ereção no início e depois fico mole?
A manutenção da ereção depende da integração entre estímulo sexual, cérebro, nervos, hormônios e circulação sanguínea. Alterações em qualquer uma dessas etapas, além de ansiedade ou perda do estímulo, podem fazer a rigidez diminuir durante a relação.
Como saber se a dificuldade de ereção é psicológica ou física?
Não existe um teste caseiro capaz de determinar a causa com segurança. Histórico clínico, frequência dos episódios, presença de ereções espontâneas, medicamentos em uso e fatores cardiovasculares, hormonais e emocionais ajudam o profissional a fazer essa diferenciação.
Problemas de ereção podem estar relacionados à saúde cardiovascular?
Podem. A ereção depende de um fluxo sanguíneo adequado, e alterações vasculares podem afetar tanto a função erétil quanto outros sistemas do organismo. Por isso, dificuldades persistentes não devem ser encaradas apenas como uma questão sexual.
Quando procurar um urologista por dificuldade de ereção?
Procure avaliação quando a dificuldade de obter ou manter a ereção se tornar frequente, persistente ou estiver causando impacto na vida sexual e emocional. Diabetes, doenças cardiovasculares, alterações hormonais ou uso contínuo de medicamentos também justificam investigação.
Perder a ereção pode acontecer, mas quando se repete precisa de atenção
O pênis ficar mole durante a relação pode acontecer com qualquer homem. Um episódio isolado não deve ser motivo para desespero. Porém, quando a perda de ereção se torna frequente, afeta a confiança ou prejudica a vida sexual, é importante investigar.
A ereção depende de cérebro, emoções, hormônios, nervos e vasos sanguíneos. Por isso, a causa pode ser emocional, física ou uma combinação das duas. Ansiedade, estresse, cansaço, diabetes, hipertensão, colesterol alto, medicamentos, baixa testosterona e problemas circulatórios estão entre os fatores mais comuns.
A melhor solução começa com informação, observação e orientação. Em vez de esconder o problema ou tentar resolver tudo sozinho, procure apoio profissional para entender a causa e escolher a estratégia mais segura.
Se você sofre com ereção fraca, perda de ereção ou dificuldade para manter a rigidez durante a relação, fale com a equipe da Farmácia Sempre Viva e conheça opções de suporte à saúde sexual masculina com orientação e segurança.
O melhor sexo é o possível!
Lembre-se que a melhor relação sexual é aquela que você pode ter. Posições performáticas, transar por horas e horas e outros contos – você deixa para aquele papo furado no boteco ou para os filmes porno.
Seja feliz!
Saiba mais: Remédio para ejaculação precoce
Referências
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Delalibera, V.B.M.C. Óxido Nítrico e sua importância para a função erétil do pênis. Monografia Ensino Superior Ingá – Uningá – Centro Universitário Ingá, Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças Relacionadas à Idade. Orientador: Prof. Dr. Lair Ribeiro. São Paulo, 2020
Confira também: Óxido Nítrico

